Sábado depois das cinzas

ORAÇÃO DE JESUS NO HORTO

 

I. Prel.: – Vejamos Jesus em oração… prostrado com o rosto em terra.

 

II.Prel.: – Peçamos-Lhe a graça de sermos constantemente fiéis a todas as condições duma boa oração.

 

“E tendo-se afastado dos discípulos, ajoelhou-se e prostrou-se com o rosto em terra (LC XXII, 41)

 

CONSIDERAÇÕES: – Notemos as demonstrações extraordinárias de respeito e humildade com que Jesus Cristo acompanha a oração a seu Pai celestial: põe-se de joelhos, prostra-se com o rosto em terra e conserva-se assim prostrado, como se fosse indigno de levantar os olhos para o céu! Ah! É que está compenetrado do pensamento da infinita majestade daquele a quem fala, como homem e homem pecador, carregado de nossas iniquidades. Notemos, além disto, os grandes sentimentos de piedade expressos por estas palavras: ‘Meu Pai, se é possível, passe de mim este cálix, sem que eu o beba’ (Mt XXVI,  39 e 42)

 

APLICAÇÕES: Porque é frequentemente pouco respeitosa a nossa postura e algumas vezes irreverente, quando oramos ou meditamos? Não é por não pensarmos bastante na majestade infinita de Deus e na nossa suma indignidade? Feliz, pois, o homem que, antes de se por em oração, tem o costume de preguntar a si mesmo: ‘Diante de quem vou apresentar-me e para quê?’ A sua postura será sempre digna; e como o corpo influi poderosamente sobre a alma, este exterior humilde e piedoso contribuirá muito eficazmente para a devoção interior, e ajudará a impedir as digressões da imaginação. Não o temos experimentado frequentemente?

 

AFECTOS: – Acusemo-nos, diante de Deus, da falta de fé viva e de generosidade no tempo da oração e dos ofícios divinos.

 

PROPÓSITOS:  Reformemos, desde já, durante esta meditação, o que tiver sido defeituoso no passado.

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